segunda-feira, 23 de maio de 2011

Memorando da troika

Memorando da troika, finalmente lançado em português:

http://downloads.expresso.pt/expressoonline/PDF/MemorandoEntendimento_PT.pdf


Para quiser saber o seu futuro sem manipulações da máquina socialista.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Textos e opiniões

Não gosto de repetir-me, mas começo o ano com um texto que é uma continuação do último do ano passado.
Como já disse no ano passado escrevi um texto ao qual chamei “Ein Volk, ein Reich, ein Fuhrer” ( http://politicamentecorrosivo.blogspot.com/2010/12/ein-volk-ein-reich-ein-fuhrer.html ). Recebi alguns emails, uns de apoio, outros a dizerem que estava de todo a exagerar. Pois bem meus amigos/as, eis que pelos vistos hoje em dia textos do género têm aparecido um pouco por todo os media portugueses e não só. Eis alguns artigos que referem isso mesmo: “Berlin über alles. A nova Europa será mais alemã” ( http://www.ionline.pt/conteudo/102819-berlin-uber-alles-nova-europa-sera-mais-alema ); “Quem quer estes amigos europeus? ( http://economico.sapo.pt/noticias/quem-quer-estes-amigos-europeus_110598.html ).
Ou seja, ou está tudo doido ou com as manias da perseguição (também conhecidos como os doidos das teorias das conspirações), ou então finalmente começa a tornar-se claro a existência de um projecto comum, também conhecido por União Europeia. Como podem ter percebido por este e outros textos eu sou muito crítico em relação a esta Europa. Infelizmente as pessoas não aprendem com os erros do passado e ainda não perceberam que um projecto de cariz imperial nunca irá resultar na Europa. Já se tentou repetidamente no passado, desde os Habsburgos, passando por um Napoleão e finalmente Adolf Hitler. Isso nunca resultou porque cada povo ama o seu país e não quer ser mandado por estrangeiros. Se no princípio o projecto europeu era apresentada como uma união económica, de cariz voluntária dos povos europeus, gradualmente passou a ser cada vez mais numa união Franco-Alemã com uns quantos pelo meio. Infelizmente tanto o RU como a França encontram-se debilitadas, por isso resta uma Alemanha que está cada vez mais forte. Quando o poder e a força pendem só para um lado, isso é muito mau para todos os outros.

Deixo-vos com estas palavras:

"Lá nos confins da Península Ibérica, existe um povo que não governa nem se deixa governar ”, Caio Júlio César, líder Militar Romano”

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

"Ein Volk, ein Reich, ein Führer!"

Estava a ler o Jornal de Negócios quando deparei-me com a seguinte noticia, a PIMCO (a maior gestora mundial de obrigações) acha que Espanha, Itália e Bélgica vão precisar de ajuda externa e que Grécia, Irlanda e Portugal deveriam sair do Euro.

Isto lido fora de contexto até pode ser algo racional e dentro de outros textos que se tem publicado nos media nacionais e internacionais. No entanto, ao ler outras noticias deparo-me com outra noticia que para mim está completamente relacionada com as duas primeiras.


França e Alemanha querem a união fiscal. Vai ser o debate de 2011

por Ana Sá Lopes, Publicado em 18 de Dezembro de 2010

Merkel referiu expressamente o Estado social como a matéria que deveria ser concertada entre os parceiros europeusAlemanha e França não deixaram ninguém discutir os famosos eurobonds (emissão de títulos de dívida pública europeia), mas no fim do Conselho Europeu anunciaram que vão propor no próximo ano a harmonização dos impostos, das políticas laborais e inclusivamente das políticas sociais dos países da zona euro. Merkel e Sarkozy sustentam que a crise evidenciou a necessidade de completar a união monetária com uma união económica. "A senhora Merkel e eu próprio faremos propostas para harmonizar a política económica" da zona euro, disse ontem Sarkozy em Bruxelas, anunciando o que será um passo gigantesco no sentido do federalismo, uma palavra tão odiada nas políticas domésticas que em Bruxelas os actores políticos lhe chamam a "F word". Durão Barroso, actual presidente da Comissão Europeia, também sempre defendeu que não valia a pena pronunciá-la."O debate demonstrou ontem que precisamos de uma maior aproximação nas nossas políticas económicas e teremos de falar sobre isso nos próximos meses, especialmente na eurozona", disse Angela Merkel. "É importante não só ter orçamentos sólidos e finanças estáveis, mas também é importante ter uma política económica comum", afirmou a chanceler alemã, reconhecendo, no entanto, que será "um longo processo" e que terá de ser feito "passo a passo".

As propostas franco-alemãs, que serão apresentadas "nas primeiras semanas de 2011", incluem projectos de convergência nas políticas fiscais e sociais. Sarkozy diz que o objectivo é esbater as diferenças na competitividade entre os países do euro, considerando que as "políticas sociais e fiscais fazem parte dessas diferenças de competitividade".

Na conferência de imprensa do fim da cimeira, Merkel confirmou que a discussão sobre a coordenação das políticas económicas na zona euro é mesmo para avançar em 2011, aludindo às "diferentes velocidades" dentro da Europa e referindo expressamente a estabilidade orçamental e o Estado social como exemplo de políticas a harmonizar.Mário David, eurodeputado do PSD, congratula-se com o avanço. Em declarações ao i, Mário David - que, ao contrário de Angela Merkel e Sarkozy, é um defensor dos eurobonds, mas compreende os que são contra - acha que "é fundamental que as regras para a competitividade sejam iguais". David defende não só a harmonização fiscal, como económica, incluindo as prestações sociais, apontando uma questão que tanto irrita os alemães - o facto de a idade da reforma na Alemanha ser 67 anos, enquanto na Grécia os trabalhadores podem reformar-se aos 55.Recentemente, Mário David fez uma pergunta às instituições comunitárias, pedindo-lhes que "confirmem que não existe racionalidade no contágio da situação irlandesa à portuguesa" e inquirindo sobre que "medidas adicionais pode a União Europeia tomar para acalmar os mercados e parar com o ataque que está a ser efectuado essencialmente às economias periféricas, mas que se reflectem em toda a União Europeia". Na altura, Mário David defendeu que "a União emitisse títulos de dívida pública que permitam aos países em dificuldades financiar-se a taxas bem mais baixas do que aquelas que estão a ser cobradas pelos mercados, permitindo aos cidadãos individualmente poderem aceder a esse mercado primário".A promessa de Angela Merkel de que "tudo fará para salvar o euro" e de que "a União não deixará nenhum país entrar em falência" foi bem recebida entre os portugueses, depois da recusa franco- -alemã em aceitar os títulos de dívida pública "salvadores".A aprovação das regras para o novo fundo de mecanismo de auxílio aos países em crise foi um passo saudado por vários chefes de Estado e de governo e também por José Sócrates, satisfeito com o "sinal inequívoco" em defesa do euro manifestado pelas instituições europeias, da Comissão ao Banco Central Europeu.Para Sócrates, houve "um sinal inequívoco da determinação de todas as instituições" para salvar o euro e "a firme determinação" de "fazer o que for necessário para defender a moeda única". E Sócrates saiu de Bruxelas com um elogio de Jean-Claude Juncker, o presidente do Eurogrupo, ao pacote apresentado na quinta-feira. Estas medidas são coerentes e consequentes [...] Estou muito tranquilizado pela exposição do primeiro-ministro Sócrates", disse o dirigente luxemburguês defensor dos eurobonds, que aproveitou a cimeira para fazer as pazes com Angela Merkel, que tinha atacado na semana passada. Pelo menos saíram da reunião do PPE de braço dado.



No passado ouve pessoas que tentaram unir a Europa através das armas, e sempre fracassaram porque os povos europeus são povos que amam a liberdade. Hoje em dia faz-se projectos semelhantes mas desta vez através da especulação económica e das pressões politicas.

Numa europa onde a há uma união fiscal, onde há um banco central, onde há um Parlamento, onde há vários tribunais centrais, onde há uma bandeira e um hino; o que falta para ser na realidade uma Federação?

NADA!

Quem votou numa Federação Europeia? Ninguém, mas que ela vai haver e muitas pessoas até vão apoiar. Porquê? Porque estão a ver o seu poder de compra retalhado, os seus direitos anulados e são bombardeados todos os dias com mais e mais informação "trabalhada" de forma a que as pessoas acreditem que é a única solução.

Portugal como país soberano, está a acabar, essa é que é a realidade. O poder politico pode estar concentrado em Bruxelas mas quem manda na verdade é a Alemanha com uma França muito atrás a apoiar de forma a estar na crista da onda.

É o fim da europa das nações e o começo da Super Europa, aniquiladora das nacionalidades.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Perspectivas do futuro

Comecei esta semana com uma discussão muito interessante acerca do futuro e das "teorias de conspiração" que proliferam na net.

Como sabem eu tenho uma visão um pouco mais "global" do que puderá ser o futuro e foi acerca desta minha perspectiva do que será o futuro que eu e esse meu conhecido debatemos. Eis a nossa conversa:

Eu pessoalmente não engulo as historias acerca de uma mega conspiração (pense bem e veja se o que eu digo não tem logica.. pegue digamos..no governo portugues, agora iamgine a logistica que é preciso para gerir esse governo para um nivel sastisfatior de funcionamento, e mesmo assim temos o drama que temos, isto numa cultura e sociedade homogénea como a portuguesa. Agora amplie isto a um nivel global, apanhando diferentes culturas, naçoes e maneiras de pensar e mais tendo a necessoidade de manter isto secreto da socieade, e diga me, acha me possiviel gerir isto sem a sociedade global entrar em colapso?

eu pessoalmente, olho com mais receio para o poder e influencia dos lobys empresas de armamento. O proprio presidente D. Eiwsoher ja nos tinha alertado para os perigos deste sistema e acho que muito sinceramente esse é um dos grandes problemas que afligem a socieade, nada dessas tretas de Iluminati ou NWO.


Ao qual eu enviei-lhe os seguinte video:



E respondi-lhe:

E o que são lobbys? São formas de determinadas empresas ou grupos de interesse, pressionar um governo de um determinado país. A verdade é que quer nós acreditemos ou não há um grupo chamado Bilderberg e que tem se reunido desde o pós-guerra. Por quê e para quê? Bem há quem acredite numas coisas há outros que acreditam noutras, mas a verdade é que algumas das pessoas mais poderosas e influentes do mundo estão lá. Olha só alguns dos Portugueses que já participaram nestas reuniões:

Francisco Pinto Balsemão (membro permanente do Clube de Bilderberg desde 1988;
Durão Barroso (um ano depois de ter assistido a uma reunião na qualidade de PM tornou-se Presidente da Comissão Europeia);
Ferro Rodrigues;
Santana Lopes;
José Sócrates;
Nuno Morais Sarmento;
Mira Amaral;
Joaquim Ferreira do Amaral;
António Barreto;
António Borges;
Maria Carrilho;
António Guterres;
Roberto Carneiro;
Vitor Constâncio;
João Cravinho;
José Cutileiro;
Marçal Grilo;
Miguel Horta e Costa;
Margarida Marante;
Vasco de Mello;
Carlos Monjardino;
Murteira Nabo;
Artur Santos Silva;
Marcelo Rebelo de Sousa;
Miguel Veiga;
António Vitorino;
etc.

Ou seja, politicos, empresários, jornalistas, pessoas do PS e do PSD, literalmente os individuos que mandam em Portugal desde o 25 de Abril.

Eis o que me parece que vá ser o futuro, cria-se um pouco por todo o mundo umas "Uniões Europeias" (ex: a NAFTA/North American Free Trade Agreement). Para que não haja problemas entre estas organizações faz-se uma organização que reja o comércio internacional, disputas territoriais, etc. Da mesma forma que os países que pertencem à UE tiveram que ceder poderes a Bruxelas, o mesmo irá acontecer em relação à UE, NAFTA, etc; em beneficio dessa estrutura politica global.




Se irá acontecer? Já está a acontecer. Quer nós queiramos, quer não.

É esta a minha opinião, posso estar errado, posso estar certo. No entanto acho que devemos pesquisar e procurar a "nossa" verdade. Cada um tem a sua.

Eu não vou dizer a ninguém que está certo ou errado em relação a isto, mas desde que comecei a interessar-me por este tipo de coisas já encontrei coisas inacreditáveis, já vi coisas ridículas (este tipo de coisas atrai muitos "exotéricos"/doidos/anarquistas/sensacionalistas/etc), mas também apercebi-me de coisas que nunca pensei que pudessem acontecer.

O importante é veres os vídeos, pesquisares por ti se os dados batem certo (nem sempre batem), o que está certo e o que está errado. Tira as tuas ilações.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Na calada da noite

Quando as comadres se zangam as verdades vêm ao de cima. Leiam todo o texto e vejam como é fácil manipular umas eleições em Portugal.

http://dn.sapo.pt/DNMultimedia/DOCS+PDFS/carta_caladanoite.pdf

Isto é grave, muito grave e demonstra a fragilidade do sistema politico Português. Portugal é uma democracia só de nome, porque na prática os vencedores já estão escolhidos à priori.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Fall of the Republic



Isto atinge também os Portugueses e Portugal. Vejam e tirem as vossas ilações.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

The true state of the Union



União
Bruxelas pode vetar orçamentos

por HUGO FILIPE COELHO08 Setembro 2010
Bruxelas pode vetar orçamentos

Bloco e PCP denunciam ataque à democracia e à Constituição. Barroso chama-lhe "coordenação" europeia.

Não está a ser fácil ver PS e PSD dançar o tango sobre a mesa de negociação do Orçamento neste ano. Em 2011, será tudo um pouco mais complicado. Os ministros das Finanças da UE concordaram em dar a Bruxelas o poder de veto aos orçamentos nacionais. Daqui para a frente, a Europa também entra na dança do Orçamento.

A aprovação do novo sistema de coordenação orçamental representa um passo à frente no reforço do controlo que a UE tem sobre as contas dos Estados membros. Com a criação da moeda única, Bruxelas passou a exigir, de quatro em quatro anos, um Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), e impôs um tecto máximo aos défices de três por cento. Agora, a UE ganha o poder de fiscalizar as propostas de Orçamento antes mesmo de serem entregues aos parlamentos nacionais.

Durão Barroso saudou a decisão, que, espera, contribuirá para uma "verdadeira política económica europeia". O presidente da Comissão explicou que não se tratar de uniformizar, apenas coordenar, e frisou que Bruxelas "não quer reduzir as competências dos orçamentos nacionais".

"Os Estados membros, antes de apresentarem os seus orçamentos, comprometem-se a um exercício colectivo de análise", disse Barroso. "Para que haja, na medida do possível, uma verdadeira política económica europeia, para que haja uma coordenação das políticas europeias."

A decisão da UE motivou reacções diferentes em Portugal. PS e PSD saudaram o reforço dessa coordenação europeia enquanto os partidos mais à esquerda denunciaram o ataque à democracia e à Constituição.

Em nome do Governo, Pedro Silva Pereira defendeu a importância do reforço dos instrumentos de coordenação europeus. O ministro da Presidência aproveitou a oportunidade para pressionar os partidos da oposição a negociarem o Orçamento para 2011.

Miguel Macedo, líder parlamentar do PSD, negou que a fiscalização preventiva da UE constitua uma perda de soberania. "Todos vigiam todos ao mesmo tempo. Isso é bom porque permite que o crescimento na Europa seja mais harmonioso."

O CDS foi mais ambíguo. Os centristas aceitam o visto prévio de Bruxelas, mas avisam que não deixará que Portugal perca a soberania fiscal. Contra a corrente falaram os partidos de esquerda. Os bloquistas comparam o veto da UE a "um atentado à democracia". O PCP considera-o "uma afronta à soberania nacional" que "subverte a Constituição".