quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A falsa pandemia

À poucos dias vi na TV as declarações do presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, Wolfgang Wodarg. Fiquei surpreso por ver um alto responsável da área da saúde a nível europeu ter coragem por dizer o que já há muito algumas pessoas diziam, mundo nunca esteve confrontado com uma pandemia.

Eu no princípio ainda acreditei nesta história, mas passado o impacto inicial reflecti sobre o que se estava a acontecer. Vejamos, temos um vírus (H1N1) que aparece do nada e também do nada aparece uma vacina. Todos sabemos que todos os medicamentos passam por toda uma série de ensaio clínicos para poder demonstrar a verdadeira capacidade curativa do mesmo, os efeitos secundários do mesmo e contra-indicações. Como qualquer pessoa pode ver por análise um pouco mais detalhada das notícias que iam surgindo, o tempo entre os primeiros anúncios desta uma nova variante da gripe e a produção da vacina foram feitas quase em simultâneo. Portanto acho que é seguro dizer que os ensaios clínicos foram feitos em tempo recorde, assim como também, o inicio da produção da vacina e respectiva introdução à venda ao público.

A procura foi instigada pela OMS, pelo governo Português, o Director geral de saúde, e outros mais, todos falaram que iam morrer milhares (em Portugal), que o país ia parar, enfim assustaram a população de uma forma atroz. Uma pergunta que se tem que colocar é, qual foi a razão para isso? O senhor Wolfand Wodarg acha que foi tudo uma autêntica fraude médica.

Só na União Europeia gastou-se 5 mil milhões de euros com as vacinas para a gripe A, se a isso somarmos as máscaras, luvas descartáveis, desinfectantes, e todos os outros produtos similares, estamos a falar de um número bem gordo. Alguém ganhou muito dinheiro com isto tudo, e não foi a população que pagou vacinas e esses produtos. A indústria farmacêutica com os seus negócios da china ganhou mais uma vez uma fortuna incalculável, os governos e a OMS, instituições que nos deviam estar a proteger em vez de o fazer parece que preferiram virar as costas para esta fraude e abraçar a histeria.

Quem é que vai se responsabilizar pelos vários mil milhões de euros gastos nisto? Quem se vai responsabilizar se as pessoas começarem a apresentar efeitos secundários?

Quem? Não sei! A OMS já se veio a descartar, o governo através da Ministra da Saúde também fez o mesmo e todos os que apoiaram a vacina iram um por um dar o dito pelo não dito.

Uma coisa está comprovada, não podemos confiar no governo nem nas instituições que nos deviam proteger. As pessoas devem ser sempre muito críticas e avaliar o que “eles” nos dizem. Esta situação não é nova e já a vimos antes (gripe aviaria, o Síndrome Respiratória Aguda Severa, etc).

Morreram em Portugal 97 pessoas com a Gripe A, todos os anos morrem muito mais pessoas com a gripe sazonal, em todo o mundo morreram até agora pouco mais do que 13 mil, é isto uma pandemia?

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Casamento gay, referendável?



Como todos vimos na TV, o casamento homossexual foi aprovado, isso aconteceu depois de uma longa discussão se era ou não necessário um referendo à população.
Segundo o governo, a oposição de esquerda e os movimentos gays; esta questão é algo no campo dos princípios e como tal não é referendável. Achei este argumento deveras interessante, já que foi essa mesma esquerda que ao ser derrotada uma vez na questão da despenalização do aborto, voltou à carga e só descansou quando foi finalmente aprovado essa mesma despenalização. É esta mesma esquerda que agora está a aproveitar para levantar de novo a questão da regionalização. É engraçado como estas pessoas, que se dizem defensoras da democracia, são as que mais abusam, deturpam e atacam este sistema político. Sendo eu de direita, estou habituado a que me apelidem de coisas que na verdade não sou. No entanto, estas pessoas que de auto-intitulem de pais da democracia, democratas, socialistas, defensores do proletariado, etc; são os mesmos que nacionalizam (ou querem nacionalizar), usam a sua posição política para garantir um bom tacho à saída do governo (ex: vejam onde estão qualquer ex-ministro ou secretário de estado do anterior governo), reduzem a independência dos nossos “Media” (ex: o que se passou com o Jornal Nacional), pressionam a justiça e quando não conseguem atacam as instituições incómodas (ex: o orçamento para a PJ logo depois do escândalo da Casa Pia), etc.
A própria lei que foi aprovada na Assembleia da República, é segundo algumas pessoas, inconstitucional. Sendo assim, é algo que deve ser vetado pelo nosso ausente e discreto Presidente da República.
Vendo este autêntico currículo, digo em boa consciência de que ainda bem que não sou nenhuma das coisas acima referidas, é que para mentiroso já basta os que já lá estão. Prefiro dizer a verdade, gosto de liberdade, justiça e igualdade de oportunidades para todos os Portugueses. Onde está liberdade se estas pessoas nem aceitam um referendo e repetem-no até conseguirem o que querem?
Onde está a justiça se estas pessoas pressionam Magistrados e Juízes, falcatruam e pactuam com todo o tipo de ilegalidades.
Onde está a igualdade de oportunidades para todos os Portugueses, quando este governo é exemplo claro de compadrio e cunhas.
Vejam o caso do nosso caro senhor Sócrates (recuso-me a chama-lo de Engenheiro), veio do nada, subiu através da politica e arranjou negociatas para toda a família. É uma autêntica “Cosa Nostra”, onde o importante é ganhar dinheiro. O mesmo se passa em relação ao Armando Vara, de mero caixa na CGD, passou graças à política, ao concelho de administração dessa mesma instituição.
Se eu fosse outra pessoa também filiava-me, garantia um bom tacho e não tinha metade das chatices. Mas os meus pais tiveram a péssima ideia de me criar segundo um conjunto de valores éticos e morais. Talvez se aparece-se um partido politico que defende-se algo de semelhante ao que eu defendo, mas entre o centrão cinzentão (PS/PSD), o neoliberal PP, onde está uma alternativa?
A política em Portugal está muito parecida aos tempos do rotativismo político do século XIX e todos sabemos como tudo acabou...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Jesus, facto ou ficção?

À pouco tempo estava eu a falar com um grande amigo acerca de um vídeo que ele mandou-me via internet. Eu estou a falar um filme do “The Zeitgeist Movement”, onde se falava nas semelhanças entre Jesus Cristo e toda uma série de divindades do mundo antigo. A conversa foi se desenvolvendo até que ele colocou a seguinte questão:

Jesus Cristo existiu ou não?

Para mim ele existiu, é uma personagem incontornável, ao ter criado uma fé das mais seguidas no mundo.

A outra questão que se coloca se uma pessoa acredita nas informações do vídeo é se as características que actualmente damos a Jesus Cristo são as verdadeiras (idade, dia de nascimento, etc.)?

Na minha opinião, não! A Igreja Católica Apostólica Romana, como qualquer religião vai evoluindo e adaptando-se de forma a captar novos crentes. Se não fosse assim, nós (cristãos) teríamos que fazer a circuncisão tal como os Judeus, não poderíamos comer certas e determinadas coisas e não poderíamos juntar toda uma série de comidas. A actual data em que celebramos o nascimento de Cristo foi "criada" pela Igreja para que as pessoas que eram pagãs e se convertessem, pudessem continuar a celebrar uma importante celebração no mundo pagão, o solstício de inverno. Uma coisa que é indesmentível, é que na religião como tudo na vida, nada se perde tudo se transforma. O que aprendemos na Igreja e que nos foi incutido desde pequenos como sendo verdades absolutas, na verdade são o resultado de várias reformas dentro da própria Igreja e de tentativas de unificação dentro da própria fé Cristã. Até ao concílio de Nicéia havia toda uma série de seitas sem grande união e que tinham formas diferentes de ver Fé Cristã. O que saiu de lá foi a consolidação da Fé Cristã ao promover o seu fundador como filho de Deus, e toda uma série de coisas que actualmente se crê essenciais para a fé. Na verdade houve os que aceitaram (Católicos, Ortodoxos, etc.), e os que não aceitaram. Não se esqueçam, as Cruzadas não foram só contra o mundo Islâmico e muito menos na Palestina, houve também na Europa contra outros movimentos Cristãos.

Será que a religião importante no mundo actual?

Eu acho que é especialmente importante hoje em dia a religião, especialmente actualmente. Nunca o homem foi tão arrogante, nunca o homem se teve tanto em conta e nunca o homem foi capaz de fazer tanto mal a si próprio e aos outros. Já Napoleão (pessoa que duvido que acredita-se sequer na existência de Deus) dizia:

- "Uma sociedade sem religião é como um navio sem bússola."

A verdade é que assistimos a um deturpar da Sociedade Ocidental/Cristã porque as pessoas perderam a fé, perderam o rumo e actualmente uma pessoa pode mentir, roubar, drogar-se, fazer abortos e não se passa nada. Onde está o civismo, onde está a união entre os homens, onde está o sacrifício em prole de algo maior que nós próprios?

Eu pessoalmente não preciso da religião, tenho os meus valores e é por eles que eu me rejo. Eu não sou defensor da Igreja nem de nenhuma religião, sou defensor isso sim, de que para a sociedade funcionar correctamente é preciso ter um sistema de valores, algo para que as pessoas se guiem. As pessoas infelizmente, comportam-se como carneiros, seres que se limitam a viver a vida sem nunca questionar o porquê das coisas. Querem comprar o Audi A-3 2.0 TDI, porque todos dizem ser uma bomba, querem ir de férias ao Brasil, ter uma mansão, e é isso a sua vida, viver para as coisas sem pensar primeiro que tipo de vida têm, que tipo de sociedade vivem, que futuro os espera.
Link do video em questão: